24 de Março de 2013
Lucas 19,28-40 e Lucas
23,1-49
Jesus caminhava à frente dos
discípulos, subindo para Jerusalém. Quando se aproximou de Betfagé e Betânia,
perto do monte chamado das Oliveiras, enviou dois de seus discípulos, dizendo:
“Ide ao povoado ali na frente. Logo na entrada encontrareis um jumentinho amarrado,
no qual ninguém nunca montou. Desamarrai-o e trazei-o aqui. Se alguém, por
acaso, vos perguntar: ‘Por que o desamarrais?’, respondereis assim: ‘O Senhor
precisa dele’”. Os enviados partiram, e encontraram tudo exatamente como Jesus
lhes havia dito. Quando desamarravam o jumentinho, os donos perguntaram: “Por
que estais desamarrando o jumentinho?” Eles responderam: “O Senhor precisa
dele”. E o levaram a Jesus. Então puseram seus mantos sobre o jumentinho e
ajudaram Jesus a montar. Enquanto Jesus passava, o povo ia estendendo seus
mantos no caminho. Quando chegou perto da descida do Monte das Oliveiras, a
multidão dos discípulos, aos gritos e cheia de alegria, começou a louvar a Deus
por todos os milagres que tinham visto. Todos exclamavam: “Bendito o Rei, que
vem em nome do Senhor!”...
Entendendo
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR!
Hoje é Domingo de Ramos. Celebramos a
entrada solene de Jesus em Jerusalém, e o início da Semana Santa. Jesus vai a
Jerusalém com seus discípulos para celebrar a Páscoa. Chega montado em um
jumento. O que vai ser aclamado “rei” não monta um cavalo como os demais reis
da terra, mas um jumento, montaria simples dos pobres, simbolizando sua
humildade. Mostra, também, que Ele não é um rei guerreiro como os reis da terra
que, com suas tropas de cavaleiros, derramam sangue, matam e vencem as batalhas
com a força da lança, mas o rei da paz, servidor do povo.
Jesus é recebido pela multidão com folhas
de palmeiras nas mãos e aclamado, com gritos e alegria: “Bendito o Rei, que vem
em nome do Senhor”!
Essa mesma multidão que recebe Jesus
com esperança, que estende suas roupas no caminho enquanto Ele passa, que
acredita que sendo Ele o Messias a libertaria dos abusos religiosos, e da
opressão que sofria do império romano, alguns dias mais tarde, manipulada por
esse mesmo sistema religioso, político e opressor, acusaria Jesus de impostor,
pedindo a sua morte e O condenando a morrer na cruz.
Atualizando
“MALDITO O HOMEM QUE CONFIA NO SER HUMANO!”
“Maldito o homem que confia no ser
humano, que na carne busca a sua força e afasta do SENHOR seu coração!” Esta
dura afirmação é tirada do livro de Jeremias (17,5). Soa mal aos nossos ouvidos, mas refere-se ao que se afasta
de Deus e coloca sua confiança plena na pessoa humana. O ser humano em si é
limitado, falho, “sem juízo”, sem a sabedoria de Deus.
Este raciocínio pode ser aplicado ao
Evangelho inicial deste Domingo de Ramos. A cena é bonita, Jesus, de maneira
tão humilde, assume o reinado de Deus e entra em Jerusalém montado num jumentinho,
e todos O aclamam como o “Bendito que vem em nome do Senhor”!...
Mas, onde está a desconfiança na pessoa
humana? É que essas mesmas pessoas que seguravam ramos verdes e gritavam que
Jesus era rei, poucos dias depois, pediram para que Ele fosse condenado e
crucificado entre dois ladrões. Muitos deles tiveram seus familiares curados,
perdoados, acompanhados e ajudados por Jesus.
A que ponto chega a natureza humana!
Isso nos leva a questionar a nossa
coerência nos acontecimentos da vida e, sobretudo, do que somos capazes de
fazer com nosso semelhante, sem os valores cristãos que nos levam a amar, até
mesmo os nossos inimigos.
24 de Março de 2013
Santa Catarina da Suécia
“Acompanhada
de sua mãe, viveu vida de santidade desde criança”
Catarina nasceu em 1331, na Suécia. Era
filha de Santa Brígida e recebeu em casa, uma educação cristã exemplar. Com
sete anos de idade foi entregue às Irmãs do convento de Risberg para que sua
base religiosa fosse concluída.
Por causa de situações políticas e
sociais, Catarina foi obrigada a casar-se com o nobre Edgar, que era muito
cristão também. Os dois fizeram voto de castidade, e viveram como irmãos. Edgar
contraiu uma doença e veio a falecer.
Antes de Catarina ficar viúva seu pai já
tinha falecido, e sua mãe Brígida, já tinha se tornado uma religiosa. Seguindo
os passos da mãe, assim que seu marido Edgar faleceu, Catarina decidiu fazer
também os votos, e tornar-se uma serva de Cristo.
As duas se tornaram companheiras
inseparáveis na evangelização e na caridade com os mais necessitados. Fundaram
o mosteiro de Vadstena, na Suécia e criaram a Ordem de São Salvador, cujas
religiosas são chamadas de Brigidinas.
Após uma peregrinação à Terra Santa, sua mãe Brígida faleceu, em Roma.
Catarina acompanhou o corpo de volta para a Suécia e foi recebida com aclamação
popular, junto com os restos mortais da mãe, que já era venerada por sua
santidade.
Catarina assumiu o lugar de Brígida como
superiora do mosteiro, passando a viver com mais disciplina, humildade e
caridade no tratamento aos doentes e necessitados. Há relatos de vários
prodígios que aconteceram por intermédio de Catarina.
Devido a uma enfermidade, Catarina
faleceu na Suécia, no dia 24 de março de 1381, com cinquenta anos de idade. Foi
canonizada pelo papa Inocente VIII, em 1484.
24 de Março de 2013
Dia Mundial de Combate a Tuberculose
Todo ano a OMS (Organização Mundial da
Saúde) lembra, no dia 24 de março, que a tuberculose ainda é uma doença
prevalente, epidêmica em alguns locais do mundo e que é a principal causa de
óbito das pessoas infectadas com o HIV.
A data foi uma homenagem aos 100 anos do
anúncio do descobrimento do bacilo causador da tuberculose, ocorrido em 24 de
março de 1882, pelo médico Robert Koch. Este foi um grande passo na luta pelo
controle e eliminação da doença que, na época, vitimou grande parcela da
população mundial e hoje persiste com 8 milhões de doentes e 3 milhões de
mortes anuais.
No Brasil são 50 milhões de infectados e
uma média anual de aproximadamente 100 mil casos novos e 6 mil óbitos pela
enfermidade. Cada paciente pulmonar bacilífero (BK+), se não tratado, pode
infectar em média 10 a 15 pessoas por ano. A tuberculose infecta pessoas em
todos os países do mundo, tanto ricos como pobres. Contudo, a pobreza,
desnutrição, más condições sanitárias e alta densidade populacional são fatores
que contribuem para a disseminação da doença.
Nos últimos anos, o Brasil e o mundo vêm
ampliando esforços para o controle da tuberculose, que continua sendo um grande
problema de saúde pública, essencialmente em função do aparecimento da AIDS, do
aumento do processo migratório e da pobreza. Os índices da doença, que
diminuíam gradativamente na década de 80, voltaram a crescer nos anos 90,
associados ao também risco de aparecimento de bacilos resistentes.
Fonte: www.portoalegre.rs.gov.br




Pe. Rosivaldo, onde o sr. Se encontra atualmente celebrando missa??
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