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segunda-feira, 15 de abril de 2013

evangelho_tit490 15 de Abril de 2013
João 6,22-29
           No dia seguinte, a multidão que tinha ficado do outro lado do mar notou que antes havia aí um só barco e que Jesus não tinha entrado nele com os discípulos, os quais tinham partido sozinhos. Entretanto, outros barcos chegaram de Tiberíades, perto do lugar onde tinham comido o pão depois de o Senhor ter dado graças. Quando a multidão percebeu que Jesus não estava aí, nem os seus discípulos, entraram nos barcos e foram procurar Jesus em Cafarnaum. Encontrando-o do outro lado do mar, perguntaram-lhe: “Rabi, quando chegaste aqui?” Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, vos digo: estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes saciados. Trabalhai não pelo alimento que perece, mas pelo alimento que permanece até à vida eterna, e que o Filho do Homem vos dará. Pois a este, Deus Pai o assinalou com seu selo”. Perguntaram então: “Que devemos fazer para praticar as obras de Deus?” Jesus respondeu: “A obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou”. 
 
      Entendendo
A FÉ QUE LEVA AO COMPROMISSO

           O milagre da multiplicação dos pães despertou o povo para a busca daquele Homem capaz de realizar algo tão extraordinário. Jesus não tinha mais sossego, onde ele estava o povo O procurava. Só que buscavam não por reconhecer sua qualidade de enviado do Pai, mas por ter comido e se saciado, interessada na repetição do milagre.
           Para Jesus não interessava ser procurado na qualidade de milagreiro. Ele esperava ser reconhecido como Filho do Homem, portador de um alimento especial capaz de levar à vida eterna. O acesso ao pão que Jesus queria oferecer dava-se p0r meio da fé, do seguimento à sua pessoa. E como estava difícil o povo entender isso. Sua carência extrema levava a busca-Lo para resolver seus problemas humanos, apenas. Não sentiam necessidade de algo maior.
          O interesse de Jesus era saciar o discípulo com o pão do céu, pois assim ele estaria preparado para promover a partilha do pão material para matar a fome física do povo. A fé em Jesus leva a um compromisso em benefício do irmão, através de gestos. E assim, o discípulo é chamado a multiplicar os pães.            
          Atualizando
DAR ESMOLA... NÃO DAR ESMOLA...
O EXTREMAMENTE CARENTE NÃO TEM LIMITES!
 
 
           Jesus se depara com uma multidão faminta, abandonada pelas autoridades, carente de todos os lados. Mesmo sabendo que o povo O procura, apenas para tirar proveito de milagres, Ele não o abandona.
          Em todo Brasil, principalmente nas grandes cidades, convivemos diariamente com pessoas extremamente carentes, são “moradores de rua” que lotam as calçadas e viadutos e, dentre esses, muitos dependentes químicos; crianças nas sinaleiras; mendigos que perambulam pedindo esmolas...
          Pela própria situação em que vive, a pessoa que vive nesse estágio tende a perder valores: educação, gratidão, confiança, fidelidade, fé... É necessário ter muita sabedoria para lidar com elas. Se por um lado não podemos negar ajuda e misericórdia, pois é assim que Jesus trata e pede de nós; por outro, é necessário ter limites na forma de ajudar, para não criar mais dependência, além do perigo de uma reação contrária.
           Cito um exemplo acontecido em uma das nossas casas. O Pe. Tomás, uma bondade em pessoa, sempre ajudava um jovem morador de rua, aparentando 35 anos, que batia à porta, pedindo comida e dinheiro. Com o passar do tempo ele foi levando a companheira, colegas... Certo dia, o padre foi ao banco sacar dinheiro para pagar trabalhadores que reformavam a casa. O rapaz esperou o padre sair do banco, colocou uma faca no seu pescoço e tomou todo dinheiro.
           “A quem muito foi dado, muito será cobrado” (Lucas 12,48). Se nascemos de uma família que nos preparou para a vida, alimentamos uma fé consciente e comprometida, vivemos em boa condição e com possibilidade de ajudar ao semelhante é isso que devemos fazer. No entanto, devemos buscar a melhor maneira de ajudar para, ingenuamente, não estarmos favorecendo a preguiça, alimentando dependências e nos expondo ao perigo.
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15 de Abril de 2013
São Crescêncio

Foi assassinado por não negar a fé em Cristo”

           Crescêncio ou Crescente viveu no século IV, nasceu em Mira, na Ásia Menor. Era um homem cristão, que chorava quando via as pessoas se afastarem de Cristo e se entregarem às religiões politeístas e aos falsos deuses.
          Crescêncio também era um fiel intercessor, que sempre estava em oração pelas conversões. Certa vez havia uma festa pagã aos deuses, Crescêncio foi até lá e, movido pelo Espirito Santo, começou a evangelizar, ensinando a doutrina cristã.
           Foi levado preso pelos pagãos, e o juiz lhe propôs adorar os seus deuses para preservar sua vida, mas Crescêncio não aceitou, e com mais força reafirmou sua fé no único salvador Jesus Cristo, e foi imediatamente assassinado.

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15 de Abril de 2013
Dia da Conservação do Solo

           Qualquer uso da terra acarreta em uma mudança na dinâmica natural dos solos. Entre essas alterações está a erosão, que pode resultar da ação da água ou dos ventos. A perda de solo pode causar grandes prejuízos aos agricultores, que perdem capacidade produtiva. Daí vem a importância de se ter um dia voltado para a reflexão sobre a conservação dos solos.
           Todos os anos o Brasil perde pelo menos quinhentos milhões de toneladas de terra pela erosão. Boa parte dessa perda poderia ser evitada pela utilização de manejo adequado dos solos. As práticas de conservação do solo, além de evitarem a erosão, mantêm a qualidade da terra, que permanece produtiva.
           A distribuição racional dos caminhos em uma propriedade e o terraceamento, por exemplo, reduzem a velocidade de escoamento da água, diminuindo o poder de enxurradas e aumentando a infiltração de água no solo. A plantação de quebra ventos reduz o impacto da erosão eólica. Outras ações ainda mais simples, como revolver o mínimo possível o solo e deixar a matéria orgânica sobre o solo, ao invés de queimá-la, também são bastante efetivas e fáceis de serem implantadas.
           A conservação do solo é um dos princípios da agroecologia. Solos degradados exigem o uso intensivo de fertilizantes e, mesmo assim, podem não suprir as necessidades fisiológicas das plantas, o que muitas vezes resulta num uso intensivo de agrotóxicos. Com um bom manejo do solo, que conserva a fertilidade, a utilização desse tipo de insumo pode ser grandemente reduzida ou até mesmo evitada.

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