17 de Abril de 2013
João 6,35-40
Jesus lhes disse: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome, e quem crê em mim nunca mais terá sede. Contudo, eu vos disse que me vistes, mas não credes. Todo aquele que o Pai me dá, virá a mim, e quem vem a mim eu não lançarei fora, porque eu desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum daqueles que ele me deu, mas os ressuscite no último dia. Esta é a vontade do meu Pai: quem vê o Filho e nele crê tenha a vida eterna. E eu o ressuscitarei no último dia”.
Entendendo
O PÃO QUE MATA A FOME
Ao apresentar-se como o pão que mata definitivamente a fome, Jesus estava fazendo uma ligação com a caminhada do Êxodo, onde o povo sentiu fome no deserto e Deus mandou o maná. Eles puderam, ali, perceber a presença de Deus e não morreram de fome e nem sede. Só que comiam e no dia seguinte voltavam a sentir fome. Jesus fala de um alimento espiritual com a capacidade de preencher o corpo e dar satisfação à alma.
Era difícil o povo entender. Eles estavam ligados à história do passado e a fidelidade a Moisés. Jesus ainda levantava dúvidas e era lenta a compreensão deles para acreditar nessa passagem, do pão transitório e humano para o pão divino, “descido do céu”.
Com a nova proposta de Jesus, uma vez alimentado, o cristão recupera as forças e não se deixa abater pelas dificuldades da vida. A Eucaristia é este alimento que nos faz revigorar a fé no Senhor ressuscitado. É presença real, é nosso alimento verdadeiro.
Atualizando
TÃO PEQUENO, TÃO SIMPLES, TÃO PERTO DE NÓS!
Para os católicos dois grandes valores diferenciam de outras religiões ou grupos religiosos: a Eucaristia, como presença real de Jesus, deixada como alimento para nutrir a alma; e o poder de Maria, como intercessora junto ao seu Filho, assim como fez nas Bodas de Caná, no primeiro milagre de Jesus.
Jesus apresenta a novidade. Desta vez, o pão que Ele se transforma, mantém a pessoa preenchida, ou seja, mata a fome de Deus, preenche o vazio que, ao longo de nossa existência vamos adquirindo.
Jesus se despede numa refeição (Última Ceia) e volta, ressuscitado, caminha com os discípulos de Emaús e, mais uma vez, numa refeição, confirma sua presença real no pão (Eucaristia), que no evangelho de hoje Ele define como “pão da vida”.
Ao participar de uma missa, o católico, já no final, após ouvir as leituras bíblicas, que orientam o seu proceder; após ter sido perdoado por Deus; ter abraçado seu irmão em sinal de reconciliação..., recebe Aquele Pão Divino, transformado na Última Ceia e confirmado pelo Ressuscitado aos discípulos de Emaús. 
Tão pequeno, tão simples, tão perto de nós! Um pedacinho de pão feito de farinha de trigo... Um pouco de vinho, extraído da uva... Assim quis ele, se tornar pequeno e ser presença espiritual a preencher nossos vazios.
17 de Abril de 2013
Santo Aniceto
“A fidelidade de um Papa, numa época difícil da história da Igreja”
Aniceto nasceu na Síria, no tempo em que Antônio era imperador romano. Foi o décimo primeiro papa da Igreja, escolhido no ano de 155 como sucessor de São Pio I, e seu pontificado durou onze anos.
Era considerado um homem muito inteligente e se destacou por condenar oficialmente uma doutrina como heresia, o montanhismo. Também lutou contra a heresia do Gnosticismo, o racionalismo cristão, uma supervalorização do conhecimento, onde bastava isso para a salvação. Com isso, os méritos de Cristo, os sacramentos e a graça do Senhor ficavam de lado.
Teve o apoio de dois grandes homens. Um era o filósofo cristão Justino, que tornou-se santo, e o outro era o bispo Policarpo. Auxiliado por esses doutores e, com a graça de Deus, combateram o racionalismo.
Com o bispo Policarpo resolveram as controvérsias que havia na Igreja, em relação à páscoa, restabelecendo a unidade da Igreja. Outra decisão de Aniceto foi proibir os padres de deixar crescer o cabelo, para este não ser um motivo de vaidade. 
Morreu no ano 166, lutando para defender a doutrina cristã, num período de perseguição aos cristãos.
17 de Abril de 2013
Dia Internacional da Hemofilia
A hemofilia é um distúrbio da coagulação do sangue. É uma doença genética e hereditária ligada ao cromossoma X.
Cada ser humano possui um par de cromossomas sexuais: os homens (XY) e as mulheres (XX), sendo um dos cromosomas herdado da mãe e outro do pai. Ao possuirem dois cromossomas X as mulheres "compensam" a deficiência do fator de coagulação.
As mulheres são então as portadoras do gene da hemofilia e os homens são os afetados pela doença.
A gravidade da doença é variável, pode ser ligeira, moderada e severa. A hemofilia é ligeira quando a atividade do fator de coagulação é superior a 5% da sua atividade normal; moderada quando esta atividade está entre 1% e 5% e grave quando é inferior a 1%. Cerca de 50% dos homens com hemofilia sofrem de hemofilia moderada a grave.
Há quanto tempo se conhece esta doença?
Sabe-se que entre os anos 50-130 dC já se referia no Talmud (texto judaico) que alguns meninos morriam durante a circuncisão, devido a hemorragias graves. Se dois irmãos já tivessem morrido nesse procedimento não se devia realizar a circuncisão na teceira criança.
O termo "hemofilia" surgiu pela primeira vez em 1828 por Hopff na Universidade de Zurique.
O tratamento profilático é feito com a reposição de fatores no organismo, de maneira periódica e ininterrupta a longo prazo, iniciada antes ou após ocorrência do primeiro sangramento ou hemorragia da articulação (hemartrose) e antes dos 3 anos de idade, por período superior a 45 semanas por ano.
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