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quinta-feira, 9 de maio de 2013

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09 de Maio de 2013

 

pJoão 16,16-20

p“Um pouco de tempo, e não mais me vereis; e mais um pouco, e me vereis de novo”. Alguns dos seus discípulos comentavam: “Que significa isto que ele está dizendo: ‘Um pouco de tempo e não mais me vereis, e mais um pouco, e me vereis de novo’ e ‘eu vou para junto do Pai’?” Diziam ainda: “O que é esse ‘pouco’? Não entendemos o que ele quer dizer”. Jesus entendeu que eles queriam fazer perguntas; então falou: “Estais discutindo porque eu disse: ‘Um pouco de tempo, e não me vereis, e mais um pouco, e me vereis de novo’? Em verdade, em verdade, vos digo: chorareis e lamentareis, mas o mundo se alegrará. Ficareis tristes, mas a vossa tristeza se transformará em alegria”.

 

pEntendendo

 

FICAREIS TRISTES, MAS A VOSSA TRISTEZA SE TRANSFORMARÁ EM ALEGRIA!”

pJesus continua trabalhando a consciência dos discípulos para o momento difícil de sua partida. Fala dos poucos instantes que faltam para Ele “mudar de vida”. Eles não compreendem, não simplesmente por serem rudes ou fracos na fé, mas porque segundo Jesus, ainda não é chegado o momento de compreenderem tudo.

pMesmo sabendo que eles estão sofridos e chocados com o anúncio de sua morte, Jesus não esconde a verdade e afirma que primeiro eles vão sofrer e o mundo se alegrará. Ao mesmo tempo garante que o sofrimento será muito rápido e passageiro, e logo algo novo acontecerá e eles serão recuperados na alegria.

pA morte, o sofrimento, a tristeza não são a última palavra da existência humana: “Ficareis tristes, mas a vossa tristeza se transformará em alegria”. Tomando por base esta afirmação de Jesus, a vida de cada discípulo, e a de toda comunidade cristã, deve ser vivida como uma Páscoa.

 

pAtualizando

 

SOU UMA PESSOA ALEGRE? MINHA FÉ ME LEVA
A RECUPERAR A ALEGRIA APÓS UM “BAQUE” SOFRIDO?

pA tradição cristã e a devoção popular acentuaram, ao longo de muitos anos, o lado sofredor de Jesus muito mais do que o do Cristo vencedor. O exemplo disso é que lotávamos as igrejas na Sexta-feira da Paixão, e no Domingo de Páscoa, não tínhamos o mesmo número. Paramos muito na imagem do Cristo pregado na cruz. Claro que a intenção foi boa, pois quis nos mostrar do que Ele foi capaz para nos dar a salvação, e também nos passar a mensagem que não há vitória sem luta. Se herdamos essa tradição, que procuremos fazer a passagem.

pÉ preciso perguntar a nós mesmos: A fé está nos levando a ser pessoas mais alegres e felizes? Não falo de uma alegria momentânea, alimentada apenas por encontros humanos, presentes, festas sociais... Tudo isso é bom, mas passa muito rápido a sensação de bem estar. Se a alegria não vier de uma realização interior, não realiza. Falo da alegria profunda que Jesus defende; aquela que vem de dentro, que é fruto do Espírito. Aquela que as crises, perdas e aparentes fracassos da vida abalam, mas não são capazes de continuar prevalecendo.

pÉ bonito ver as pessoas chegando a este grau permanente de alegria interior, estando sempre de alto astral, mesmo diante das dificuldades. É bom ver uma pessoa que passou por um baque e, mesmo sofrendo, soube dar a volta por cima. É bom ver uma pessoa idosa, que mesmo com a fragilidade do corpo e das doenças, cria motivos para ser feliz. É bom ver pessoas que diante do sagrado, expressam felicidade, como o simples gesto de receber a Eucaristia com ar de riso e semblante convicto do “Corpo” que ‘tomará posse’!

pCaso ainda não tenha chegado a essa maturidade de fé, busque-a na oração, crie uma intimidade pessoal e comunitária com seu Deus, e não perca o “foco”!

pÉ impossível buscá-Lo e não tê-Lo como resposta!

 

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09 de Maio de 2013

 

São Pacômio


“Monge fiel e obediente à vontade de Deus”

pPacômio nasceu no ano de 287 no Egito, na Tebaida. Mesmo sendo filho de pais pagãos, Pacômio desde criança demonstrava não seguir os passos de seus pais, e era contra os sacrifícios aos falsos deuses.

pQuando completou vinte anos foi convocado para o exército imperial, acabou sendo preso em Tebes, onde teve seu primeiro contato com os cristãos, que o ajudaram de forma gratuita, levando alimentos escondidos.

pOs cristãos que o ajudaram também o evangelizaram, e Pacômio se converteu totalmente ao cristianismo. Voltou ao Egito e recebeu seu batismo. Passou a viver durante sete anos, na companhia de Palemon, um ancião eremita.

pDepois recebeu um chamado para inaugurar um mosteiro para religiosos. E muitos monges, ermitãos e religiosos de todos os lugares entraram no mosteiro de Pacômio, aprovado pelo bispo Atanásio, santo e doutor da Igreja.

pSeu mosteiro tinha como regras, a oração, contemplação e trabalho, a exemplo dos primeiros apóstolos de Jesus.

pPacômio ainda abriu mais oito mosteiros masculinos e um feminino. Sua fama de santidade espalhou-se pelo Egito e pela Ásia Menor. Foi agraciado por Deus com o dom da profecia e morreu no ano de 347, vítima de uma peste.

 

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09 de Maio de 2013

 

Dia da Europa

pQuando, em 9 de maio de 1950, propôs à República Federal da Alemanha e aos outros países europeus que quisessem associar-se à criação de uma comunidade de interesses pacíficos, Robert Schuman realizou um ato histórico. Ao estender a mão aos adversários da véspera, não só apagava os rancores da guerra e o peso do passado como desencadeava um processo totalmente novo na ordem das relações internacionais, ao propor a velhas nações, pelo exercício conjunto das suas próprias soberanias, a recuperação da influência que cada uma delas se revelava impotente para exercer sozinha. Esta proposta de Robert Schuman, conhecida como "Declaração Schuman", é considerada o começo da criação do que é hoje a União Europeia. Na Cimeira de Milão de 1985, os Chefes de Estado e de Governo decidiram celebrar o dia 9 de maio como "Dia da Europa".

pA Europa que, desde essa data, se constrói dia a dia representou o grande desígnio do século XX, e uma nova esperança para o século que se inicia. A sua dinâmica nasce do projeto visionário e generoso dos pais fundadores saídos da guerra e animados pelo desejo de criar entre os povos europeus as condições de uma paz duradoura. Esta dinâmica renova-se sem cessar, alimentada pelos desafios que se colocam a esses países num universo em rápida e profunda mutação. Este imenso desejo de democracia e de liberdade fez cair o muro de Berlim, devolveu o controle do seu destino aos povos da Europa Central e Oriental e hoje, com a perspectiva de próximos alargamentos que consagrem a unidade do continente, confere uma nova dimensão ao ideal da construção europeia.

pO Dia da Europa é juntamente com a bandeira, o hino, a divisa (Unida Na Diversidade) e o euro, um dos símbolos da identidade comum da União Europeia. Os festejos e atividades deste dia proporcionam uma oportunidade de aproximação dos cidadãos europeus ao conceito de Europa unida e dos povos da União entre si.

Fonte: ec.europa.eu e pt.wikipedia.org

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