27 de Maio de 2013
PARA DEUS TUDO É POSSÍVEL
Apresenta-se diante de Jesus um homem bom, cheio de boas intenções. Ele responde ao Mestre que tem observado os mandamentos da Lei de Deus desde a sua juventude. O fato de Jesus aceitar sua resposta mostra que ele estava falando a verdade. Diante da primeira etapa da fé bem cumprida, Jesus cobra a segunda e mais exigente, a renúncia dos bens materiais.
Certamente Jesus não queria que o homem distribuísse tudo com os pobres e ficasse sem nada, mas fez assim, certamente, para testar o grau de desapego que ele se encontrava. Esse estágio é o mais avançado, podemos afirmar que é o “estágio de santidade”, e muitos de nós ainda não o atingiu, mas precisamos tê-lo como meta.
Os discípulos também demonstram que não haviam atingido tal dimensão. As afirmações de Jesus assustam: “Como é difícil para os que possuem riquezas, entrar no Reino de Deus”; “É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus!”
Respondendo-lhes, Jesus reconhece que ninguém é capaz de manter-se livre diante das riquezas e alcançar a salvação sem a ajuda divina. Só Deus possibilita essa graça, dando a força necessária para que as pessoas se libertem da escravidão da riqueza, por amor a Ele. Com as próprias forças, ninguém será capaz de realizar um gesto tão exigente!
Muito se fala em desapego. Muito se fala em liberar. Muito se fala em entrega. Porém, fala-se nesses temas como se fossem aspectos independentes uns dos outros. Na prática não há como separá-los. Não há como desapegar-se, sem liberar! Não há como entregar-se, sem desapegar e liberar!
Fala-se em desapego como um pré-requisito na evolução espiritual, mas em minha experiência como psicoterapeuta, vejo que o desapego não é apenas um pré-requisito espiritual, mas, também, um pré-requisito para o equilíbrio emocional e mental. É um pré-requisito para a evolução profissional e ainda um pré-requisito para a realização plena da pessoa.
E preciso entender o desapego em seu conceito completo, pois há entre as religiões e espiritualistas a ideia de que para evoluir é preciso desapegar-se dos bens materiais. Porém, o desapego vai muito além, e ainda digo que o desapego material é apenas uma ponta do iceberg. Somos muito mais que simples matéria.
O apego está relacionado ao agarrar-se. Nos agarramos a uma ideia, a um desejo, nos agarramos a hábitos e atitudes, nos agarramos a pessoas, a objetos, nos agarramos a situações, nos agarramos a medos...
Agarrar-se a um pensamento cria toxinas mentais. Agarrar-se a uma emoção cria toxinas emocionais. Agarrar-se a objetos e a pessoas cria prisão de ventre!
Estranho? Mas é preciso que nos olhemos como um holograma! Nosso corpo reflete nossas atitudes e pensamentos. E nossa realidade reflete aquilo que temos dentro de todos os níveis: físico, emocional, mental e espiritual. Cada parte do nosso corpo possui seu correlato emocional e mental.
Quando nos congestionamos de toxinas acabamos por ficar tão lotados que não há mais espaço para o novo. E nos colocamos dentro de um movimento repetitivo, manifestamos sempre as mesmas atitudes; vivemos sempre as mesmas situações, sentimos sempre as mesmas mágoas, as mesmas culpas, as mesmas emoções; repetimos sempre os mesmos problemas físicos.
O nosso corpo nos traz a mensagem: Liberar! Nosso corpo nos diz que o natural é liberar. Nosso corpo nos diz que a saúde perfeita passa pela liberação do lixo, das toxinas, daquilo que já está velho, inútil e não há mais como usar ou reaproveitar.
DESAPERGAR-SE, NÃO APENAS DE BENS MATERIAIS!
Somos apegados ao passado, a ideias, hábitos, pessoas, objetos, medos...
Somos apegados ao passado, a ideias, hábitos, pessoas, objetos, medos...
(Tânia Resende, psicoterapeuta)
27 de Maio de 2013
São poucos os dados que temos do início da vida de Agostinho. Ele nasceu em Roma, e era monge beneditino do mosteiro de Santo André. Na época, quem governava a Igreja era o Papa Gregório Magno, que no ano de 597, enviou quarenta monges beneditinos sob a direção de Agostinho, para as ilhas britânicas.
Quando desembarcaram na Europa, foram bem recebidos pelo rei de Kent, Etelberto, que tinha se casado com uma princesa católica Berta, o que ajudou os monges a serem bem recebidos.
Agostinho, com a ajuda de um intérprete, colocou ao rei as verdades cristãs e pediu permissão para pregá-las em seus domínios. Impressionado com a coragem e a sinceridade do religioso, o rei, deu a permissão imediatamente.
No Natal de 597, mais de dez mil pessoas já tinham recebido o Batismo. Entre elas, toda a nobreza da corte, precedida pelo próprio rei Etelberto. Com esse resultado surpreendente, Agostinho foi nomeado arcebispo da Cantuária, primeira diocese fundada por ele.
O Papa Gregório Magno, enviou mais missionários à Inglaterra. E Agostinho continuou seu trabalho de evangelização, fundando as dioceses de Londres e de Rochester.
Agostinho faleceu no dia 25 de maio de 604, sendo sepultado na igreja da Cantuária, que hoje recebe o seu nome e ainda guarda suas relíquias.
Santo Agostinho da Cantuária
“Bispo que desenvolveu trabalho de evangelização na Europa”
27 de Maio de 2013
Dia do Profissional Liberal
Advogados, jornalistas, dentistas, arquitetos ou psicólogos são exemplos de profissionais que podem ser liberais.
Eles precisam, para poder trabalhar como profissionais liberais, obter registro de autonomia, que é conseguido na prefeitura do município onde moram.
O profissional liberal pode ainda constituir uma empresa, com finalidade de prestação de serviço, o que implica, no Brasil, fazer um contrato social, registrado em Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas.
Existem grandes diferenças entre profissional liberal e autônomo, além do nome. Enquanto o termo autônomo é usado para indicar quem trabalha por conta própria sem vínculo empregatício, o liberal é designado para aquele profissional que tem total liberdade para exercer a sua profissão. Ele pode constituir empresa ou ser empregado.
O profissional liberal é sempre de nível universitário ou técnico. Também está registrado em uma Ordem ou Conselho profissional e é o único que pode exercer determinada atividade, o que o deixa com uma responsabilidade maior pelo produto de seu trabalho.
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