4 de Janeiro de 2014
No dia seguinte, João estava lá, de novo, com dois dos seus discípulos. Vendo Jesus caminhando, disse: “Eis o Cordeiro de Deus”! Os dois discípulos ouviram esta declaração de João e passaram a seguir Jesus. Jesus voltou-se para trás e, vendo que eles o seguiam, perguntou-lhes: “Que procurais?” Eles responderam: “Rabi (que quer dizer Mestre), onde moras?” Ele respondeu: “Vinde e vede”! Foram, viram onde morava e permaneceram com ele aquele dia. Era por volta das quatro horas da tarde. André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que tinham ouvido a declaração de João e seguido Jesus. Ele encontrou primeiro o próprio irmão, Simão, e lhe falou: “Encontramos o Cristo!” (que quer dizer Messias). Então, conduziu-o até Jesus, que lhe disse, olhando para ele: “Tu és Simão, filho de João. Tu te chamarás Cefas!” (que quer dizer Pedro).
JOÃO FAZ A DESPEDIDA DE SUA MISSÃO
INICIAL E PASSA SEUS DISCÍPUOS PARA JESUS CRISTO
João começa a sentir que a sua missão de ser o preparador da chegada de Jesus estava chegando ao fim, com o sentimento do dever cumprido. Sua última atitude é passar os seus discípulos para Jesus Cristo.
Vale salientar que João gozava de muito prestígio na sociedade e era respeitado pelo povo. A fama não lhe “subiu à cabeça” e ele teve a humildade suficiente de encarar a realidade, recuar e fazer Jesus aparecer.
Vemos neste texto, a narrativa da vocação dos primeiros apóstolos: André, Pedro, Filipe, Natanael...
Cada pessoa nasce para o desafio e missão de transformar a própria vida. Os textos vocacionais na Bíblia mostram claramente que a vocação é um chamado de Deus para a santidade, no cumprimento de uma missão, e uma vida de união e consagração ao Pai.
A EDUCAÇÃO DE CASA
COMO MISSÃO PASSADA DE PAIS PARA FILHOS
Princípios como honestidade e solidariedade ajudam a formar os cidadãos do futuro e devem ser passados para as crianças desde a primeira infância.
Aos quatro anos de idade, Gustavo já sabe: cada vez que ganha um brinquedo novo, separa três usados para doar para crianças carentes. Seu pai, o gerente de projetos Alexandre Täschner, é o responsável por levar os selecionados às instituições que escolhe com a ajuda da mulher, Tássia. O acordo é uma forma prática de ensinar ao filho a importância da solidariedade e já está dando resultados. “Ele pergunta se as sacolas foram entregues, porque quer ajudar quem tem menos recursos”, conta Alexandre.
Além da lição de desapego e auxílio ao próximo, a ação reforça outro princípio que o pai faz questão de passar desde quando Gustavo mal sabia falar: a valorização do trabalho. “Quando ele era menorzinho, queria tudo o tempo todo, como a maioria das crianças. Expliquei que não era assim que funcionava, que o salário tem dia para ser recebido e é necessário para tudo que tem na casa. Brinquedos novos, só em ocasiões especiais”, lembra. Hoje, o menino percebe nos detalhes, como sacolas de supermercado e geladeira mais cheia, quando chega a época do mês em que o esforço diário é recompensado com o dinheiro (salário), e entende que suas vontades dividem espaço com as necessidades domésticas.
Para Alexandre, transmitir valores positivos para Gustavo é uma preocupação constante. “Sempre é hora de falar sobre honestidade, respeito aos mais velhos, respeito às deficiências. Tenho plena consciência de que isso é responsabilidade da família. Em tudo que faço com ele ou perto dele, procuro ensinar ou fortalecer algo”, afirma.
Ele confessa que se questiona constantemente se não está exagerando – e sempre conclui que, neste caso, o exagero é a melhor medida. “Li uma vez que ‘berçonalidade’ é o maior legado que um pai pode deixar para um filho, e é isso mesmo. O que ele aprende em casa, nunca mais vai esquecer. O mundo não precisa de mais monstrinhos, precisa de cidadãos com valores positivos sólidos. Posso me exceder, mas cada vez que o vejo agindo corretamente, me orgulho do ser humano que ele está se tornando.”
A tendência é que esse orgulho aumente à medida que o menino cresça. O empresário Guilherme Nunes da Silva está em uma fase em que consegue notar de forma mais concreta a consolidação do que ele e sua mulher, Sam, sempre ensinaram a Enzo, de 13 anos, e a Giorgio, de dez – e, agora, a Manuela, de três meses.
“O norte da educação em casa sempre foi a integridade. Que eles sejam boas pessoas, seres humanos verdadeiros, que saibam trocar esses valores que já transparecem atualmente, no comportamento dos meninos. Observo isso claramente na seriedade com seus compromissos, no relacionamento com as pessoas e, principalmente, na conduta autônoma para lidar com os problemas do dia a dia”, diz.
Fonte: delas.ig.com.br
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