16 de Fevereiro de 2016
Dia do Repórter
Quando
Gutenberg inventou a imprensa há mais de 500 anos, por certo não imaginava o
quanto revolucionaria o mundo. Com o advento dos tipos móveis, os livros
começaram a sair da clausura dos mosteiros e passaram a ser impressos em uma
escala cada vez maior.
Ao longo dos
anos, com o conhecimento se tornando acessível a um número maior de pessoas,
começaram a surgir também outros formatos narrativos. Assim, os livros
contariam as histórias, o passado. O jornal surge para relatar os
acontecimentos mais recentes. O termo imprensa deixa de ser apenas a
"máquina impressora" e passa a designar os meios de comunicação de
massa.
Dentro deste
contexto, a figura do repórter merece destaque. Personagem que surge com os
jornais impressos, o repórter é o responsável por trazer aos leitores as
últimas notícias. Hoje, eles estão em todas as mídias, seja o jornal, a TV, o
rádio, e a Internet.
Na busca pela
verdade, o repórter desempenha o trabalho de um verdadeiro investigador. Mas
não basta descobrir a informação. É preciso saber contá-la através de uma
linguagem clara, objetiva e acessível ao seu público.
No livro
“Elementos do Jornalismo”, de Bill Kovach e Tom Rosenstiel, eles elaboraram uma
lista com nove itens fundamentais para o exercício da profissão:
1.
A primeira obrigação do jornalismo é a verdade;
2.
Sua primeira lealdade é para com os cidadãos;
3.
Sua essência é a disciplina da verificação;
4.
Seus profissionais devem ser independentes dos
acontecimentos e pessoas sobre os quais informam;
5.
Deve servir como um vigilante independente do
poder;
6.
Deve outorgar um lugar de respeito às críticas
públicas e ao compromisso;
7.
Tem de se esforçar para transformar o importante em
algo interessante e oportuno;
8.
Deve acompanhar as notícias tanto de forma
exaustiva como proporcionada;
9.
Seus profissionais devem ter direito de exercer o
que lhes diz a consciência.
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