06 de Maio de 2013
João 15,26-16,4a
Quando, porém, vier o Defensor que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da Verdade, que procede do Pai, ele dará testemunho de mim. E vós, também, dareis testemunho, porque estais comigo desde o começo. Eu vos disse estas coisas para que vossa fé não fique abalada. Sereis expulsos das sinagogas, e virá a hora em que todo aquele que vos matar, julgará estar prestando culto a Deus. Agirão assim por não terem conhecido nem ao Pai, nem a mim. Eu vos falei assim, para que vos recordeis do que eu disse, quando chegar a hora.
A IGNORÂNCIA QUE PROVOCA VIOLÊNCIA
Aproxima-se a Festa de Pentecostes, e Jesus vai dando pistas e aprofundando o conhecimento sobre o Espírito Santo, última revelação explícita de Deus à humanidade. Primeiro foi a revelação do Pai, em seguida Ele enviou o Filho e, por último, o Espírito Santo.
O Espírito não anuncia a si mesmo, mas dá testemunho de Jesus Cristo. A comunidade é chamada a também utilizar a força do Espírito. Jesus marca o compromisso em um local determinado – Jerusalém -, onde os discípulos deverão receber a força que conduzirá ao testemunho de vida: “... permaneçam em Jerusalém até receberem a força do alto, o Espírito Santo, então sereis minhas testemunhas” (At 1,8).
Mergulhados em completa ignorância, Jesus anuncia que os judeus poderão até matar os seus seguidores, julgando fidelidade e defesa ao deus que eles dizem acreditar. A razão da violência permanece a mesma: falta de conhecimento do Pai e do Filho; imagem equivocada de Deus e de seu projeto; dureza de coração.
O TERRORISMO AMEDRONTA, MATA INOCENTES
E DEIXA A HUMANIDADE EM PÂNICO
Jesus, no Evangelho de hoje, detecta a ignorância dos judeus de sua época que eram capazes de praticar violência jurando estar defendendo o seu deus. Já passados tantos séculos, o fanatismo religioso e a visão distorcida de Deus continuam ameaçando a humanidade.
Acompanhamos nos noticiários o terrorismo matando inocentes e provocando medo ao mundo inteiro. O espantoso é que a raiz dessa praga é motivada por pessoas da religião islâmica, que dizem prestar sacrifício e martírio em “nome de Allá”.
A que ponto chegamos! Conceber um deus que se agrada com o sangue derramado de pessoas inocentes!
O professor inglês Bernard Lewis, especialista em História Islâmica na interação com o Ocidente, afirma que não há lugar para o sacrifício humano nem para o assassinato ritual na lei, na tradição ou na prática islâmica.
Mas, então, porque os terroristas são islâmicos em sua maioria?
Responde o professor que o mártir para o Islamismo é aquele que segue o caminho de Deus, ele é Shahîd, isto é “testemunho”. Por isso ser morto na guerra combatendo pela religião, ou sofrer martírio, é ser chamado propriamente de testemunho da fé muçulmana. O Islã não conhece o sacrifício humano. Para realizar suas ações terroristas, os integristas contemporâneos reorientaram essa noção de sacrifício e aclimataram-na ao imaginário islâmico por uma série de manipulações. Assim, a celebração real desse símbolo (terrorismo) torna familiar ao sujeito do Islã.
Para o Islamismo, Jesus Cristo é reconhecido como um profeta e a virgem Maria tem seu nome relatado no Corão (bíblia islâmica). Mesmo reconhecendo os valores dessa religião, o certo é que o desvio de interpretação de martírio de seus seguidores radicais assusta o mundo e, ao invés de semear a paz, espalha medo, ódio, vingança e a morte de milhares de inocentes.
São Domingos Sávio
“Pequeno, mas grande gigante de alma”
Domingos nasceu no dia 2 de abril de 1842, em Riva, na Itália. Era filho de pais muito pobres materialmente, e muito cristãos. Desde pequeno acompanhava sua mãe à missa e gostava de rezar, tanto é que fez sua Primeira Eucaristia quando tinha apenas sete anos de idade. Na época, a idade mínima era de doze anos.
Assim que comungou Jesus pela primeira vez, fez um juramento para si mesmo, que seria seu lema de vida: “Antes morrer do que pecar”. Lutou por esse ideal enquanto viveu.
Nos registros da Igreja existem alguns fatos da vida de Domingos que chamam a atenção. Aos dez anos assumiu a culpa de uma falta grave de seu colega de sala, para protegê-lo de uma expulsão. Em outra ocasião, colocou-se entre dois alunos que brigavam e ameaçavam atirar pedras um no outro. "Atirem a primeira pedra em mim", disse, acabando com a briga.
Aos doze anos conheceu São Dom Bosco, fundador dos salesianos, que passou a ser seu professor e confessor. Dom Bosco logo percebeu a vocação do menino e começou a prepará-lo para o sacerdócio, que era seu maior desejo.
Quando completou quinze anos de idade, ficou muito doente, e voltou para a casa de seus pais, onde acabou falecendo no dia 9 de março de 1857. Foi canonizado pelo papa Pio XII em 1954, que o definiu como "pequeno, porém, gigante de alma" e o declarou padroeiro dos cantores infantis.
Dia da Matemática e do Cartógrafo
No dia 06 de maio de 1895 nasceu Júlio César de Melo e Souza, mais conhecido como Malba Tahan. Escritor e professor de Matemática, ele é autor de inúmeras obras literárias, dentre elas O Homem que Calculava. Este livro relata as enigmáticas histórias de um calculista repleto de estratégias matemáticas na resolução de problemas cotidianos.
Em referência a Júlio Cesar de Melo e Souza, o Dia Nacional da Matemática é comemorado em 06 de maio, de acordo com uma lei aprovada pelo Congresso Nacional no ano de 2004, no intuito de divulgar a ciência como uma importante ferramenta de trabalho humano.
Nesse dia, os matemáticos ligados à área da educação devem promover dinâmicas com o objetivo de divulgação da data comemorativa, bem como demonstrar que a Matemática é definitivamente importante na evolução da sociedade. Esse trabalho de divulgação também tem o propósito de mostrar às pessoas que a Matemática não é tão complicada como muitos pensam. Suas aplicações facilitam o entendimento em processos de contagem relacionados a cálculos diários e cotidianos.
Cartografia significa, de acordo com o Dicionário Aurélio, a "arte ou a ciência de compor cartas geográficas". Cartógrafo, portanto, é quem desenha os mapas, ou cartas geográficas.
A cartografia é uma especialidade da engenharia, que detém as técnicas de aquisição, processamento, visualização e análise da informação obtida das formações da superfície terrestre: solo, relevo, rios e lagos, vegetação, clima, densidade demográfica etc.
A profissão de engenheiro cartógrafo é uma das mais antigas do país e do mundo. No Brasil, sua origem remonta a 23 de abril de 1811, quando foi criada a Academia Real Militar.
Hoje, os engenheiros cartógrafos se diferenciam apenas pela tecnologia empregada. Com o uso de computadores e novos aparelhos de medição, a cartografia ficou bem mais precisa, e a atualização constante dos profissionais dessa área é uma exigência no exercício da profissão.
O mais antigo registro cartográfico feito no Brasil data de 06 de maio de 1500. Em razão disso, a Sociedade Brasileira de Cartografia (SBC) instituiu o Dia do Cartógrafo nessa data. Naquela ocasião, mestre João, astrônomo da frota de Pedro Álvares Cabral, determinou a latitude da baía de Cabrália, atual Porto Seguro, local de ancoragem da esquadra portuguesa no ato do descobrimento.
Fonte: www.paulinas.org.br
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