07 de Maio de 2013
“Agora, eu vou para aquele que me enviou e nenhum de vós me pergunta: ‘Para onde vais?’ Mas, porque vos falei assim, os vossos corações se encheram de tristeza. No entanto, eu vos digo a verdade: é bom para vós que eu vá. Se eu não for, o Defensor não virá a vós. Mas, se eu for, eu o enviarei a vós. Quando ele vier, acusará o mundo em relação ao pecado, à justiça e ao julgamento. Quanto ao pecado: eles não acreditaram em mim. Quanto à justiça: eu vou para o Pai, de modo que não mais me vereis. E quanto ao julgamento: o chefe deste mundo já está condenado”.
A DESPEDIDA DO AMIGO JESUS PROVOCA TRISTEZA
Jesus continua preparando os discípulos para a sua partida e a vinda do Espírito Santo na Festa de Pentecostes. Para os discípulos o ar é de tristeza e sentimento humano pela partida de Jesus. A fé deles ainda não havia chegado ao estágio de compreender o processo de Deus para o bem da humanidade, a partir da volta do amigo Jesus.
“Se o grão de trigo não morre, não produz fruto”... “É bom para vós que eu vá. Se eu não for, o Defensor não virá a vós”... Era preciso que Ele partisse, para dar lugar Àquele que viria com outra missão – a do testemunho. A tristeza fecha o coração dos discípulos; o Espírito, ao contrário, abre o coração para a alegria e a fortaleza em Deus.
O Espírito é fogo que purifica, luz que ilumina, vai revelar a verdade sobre o mundo, isto é, sobre tudo o que se opõe e resiste a Deus e a seu projeto.
Pela ação do Espírito, a verdade revela o pecado do mundo.
A TRISTEZA HUMANA FECHA O CORAÇÃO
O ESPÍRITO ABRE, ALEGRA E FORTALECE!
A tristeza faz parte da vida de cada dia. Jesus ficou triste, abatido, chorou, teve vontade de desistir quando pediu a Deus que afastasse Dele ‘aquele cálice’ que representava o sofrimento... Em sua natureza humana era homem como nós e passou pelo que nós passamos quando nos entristecemos. Isso é normal.
Agora, quando a tristeza permanece em uma pessoa e passa a fazer parte da sua vida de cada dia, é preocupante. Ainda que essa pessoa tenha levado um golpe como a perda de um ente querido de forma brutal, violenta, inesperada, ou outro acontecimento forte. Sem dúvida, a cicatriz demora a fechar e nós compreendemos. Devemos ser solidários e ajudá-las.
Ao consolar os discípulos quanto à sua partida, Jesus disse, com outras palavras, que Deus tem um jeito para preencher o nosso vazio provocado pela tristeza – o Espírito Santo –. Ele é a força do Pai com o Filho que abre o coração fechado pelos abatimentos, mágoas e ressentimentos, revigora a alegria interior e fortalece a pessoa.
Quantas e quantas vezes nos defrontamos com situações em que não sabemos o que dizer para consolar alguém! No entanto, direcionamos uma oração e, misteriosamente, sentimos as coisas tomarem rumo e, de forma simples e inesperada, tudo vai se ajeitando.
Em outros casos, as pessoas buscam especialistas nos mais diversos tratamentos oferecidos pelas ciências humanas, elas precisam curar bloqueios profundos que não conseguem resolver e por isso sofrem. Deus age através da ciência. A ciência é, também, um meio que Deus utiliza para curar os seus filhos. Daí, a importância de buscar profissionais que tenham fé. Uma terapia feita por um profissional de fé canaliza e facilita o acesso à Graça de Deus na vida da pessoa que sofre.
07 de Maio de 2013
Santo Agostinho Roscelli
“Sacerdote dos abandonados.
Fundou a Congregação das Irmãs da Imaculada”
Agostinho nasceu no dia 27 de julho de 1818, em Bergone di Casarza Ligure, na Itália. Pertencia a uma humilde família cristã. Quando criança era pastor de ovelhas.
Ao completar dezessete anos partiu para estudar em Gênova. Mesmo com todas as dificuldades financeiras, conseguiu completar seus estudos e ordenar-se sacerdote, em 1846.
Foi enviado para a cidade de São Martinho d´Alboro, como padre auxiliar. Sempre muito humilde, desempenhou trabalho pastoral dedicando-se a Deus e ao próximo. Passou a ser referência no confessionário. Muitos o procuravam para aconselhamento espiritual, além da confissão.
Em 1872, começou uma incansável luta contra as misérias e pobrezas morais da cidade. Ajudava os encarcerados, levando o conforto da Palavra de Deus. Também socorria as mães solteiras e abandonadas, juntamente com seus recém-nascidos, dando assistência moral e material.
Algumas catequistas se identificaram com o trabalho solidário do padre Agostinho, e começaram ajudá-lo. Foi assim que nasceu, em 1876, a Congregação das Irmãs da Imaculada que tinha como objetivo, a ajuda aos jovens em dificuldade. Oferecia uma base religiosa, educacional e os encaminhava para uma profissão.
Padre Agostinho faleceu no dia 7 de maio de 1902, com oitenta e quatro anos de idade e foi canonizado pelo papa João Paulo II, em 2001.
07 de Maio de 2013
Dia do Silêncio
A palavra silêncio é derivada do latim “silentiu” e significa “interrupção de ruído”; “estado de quem se cala ou se abstém de falar”; diz ainda a respeito da “privação, voluntária ou não, de falar, de publicar, de escrever, de pronunciar qualquer palavra ou som, de manifestar os próprios pensamentos...”
Nós vivemos em um mundo cheio de ruídos, em uma época de muita agitação, muita poluição sonora, enfim, de muito barulho e o silêncio passou a ser algo ameaçador. O som do silêncio, entretanto, é poderoso.
Não é fácil aceitar o poder do silêncio quando o mesmo causa temor. Contudo, ao colocar o silêncio para trabalhar em seu favor, a pessoa tem o poder de observação mais aguçado e aprende a ler linguagens não verbais.
O Dia do Silêncio é um momento para refletir a importância dele nos mais diversos momentos da vida. Nas variadas culturas há menções referentes à importância do silêncio.
Que neste dia possamos saber distinguir os momentos de calar e refletir sobre coisas simples como a reflexão, a paz e a tranquilidade.
Fonte: www.portalangels.com
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