25 de Julho de 2016
Dia do Motorista, do Escritor
e do Colono
Motorista
No dia 25 de julho é
comemorado o Dia do Motorista, por ser a data dedicada a São Cristóvão, santo
padroeiro dos motoristas. O dia foi oficializado no país em 21 de outubro de
1968.
São Cristóvão é protetor não só dos motoristas, mas também dos viajantes. Ele
viveu na Síria e sofreu o martírio no século III. Seu nome,
"Cristóvão", significa "aquele que carrega Cristo" ou
"portador de Cristo".
As comemorações em torno
do Dia do Motorista são realizadas anualmente e ficam a cargo dos órgãos de
trânsito de todo o país. São realizadas campanhas educativas que alertam
motoristas e cidadãos sobre como um comportamento responsável e o respeito às
normas de trânsito podem fazer a diferença.
Oração do
Motorista
"Dai-me Senhor, firmeza e vigilância
no volante, para que eu chegue ao meu destino sem acidentes. Protegei os que
viajam comigo. Ajudai-me a respeitar a todos e a dirigir com prudência. E que
eu descubra vossa presença na natureza e em tudo o que me rodeia. Amém".
Fonte: www.portoweb.com.br
Escritor
No dia 25 de julho de
1960, após a realização do primeiro Festival do Escritor Brasileiro, promovido
pela União Brasileira de Escritores – tendo João Peregrino Júnior na
presidência, e Jorge Amado, como vice-presidente - foi criado o Dia do
Escritor. Uma justa homenagem a todos aqueles que receberam o dom de
transcrever em palavras, relatos, histórias, fantasias, sentimentos e
vivências.
Um escritor pode nos
fazer chorar, rir, ter medo. Um escritor pode nos fazer repensar e mudar de
ideia. Um escritor nos leva a viver ou partilhar emoções e experiências,
conhecendo lugares e costumes, sem que precisemos sair de casa ou do conforto
da cabeceira. Fundamentalmente um bom
escritor nos deixa profundamente triste quando a história termina.
Fonte: www.portoalegre.rs.gov.br
Colono
Colono era o
trabalhador rural estrangeiro que veio para o Brasil logo após o fim da
escravidão, no fim do século XIX e início do século XX, para substituir os
escravos nas lavouras, em especial as de café.
Eles
trabalhavam em regime de colonato, ou seja, moravam em casas dentro da fazenda,
trabalhavam nas lavouras e recebiam em troca uma parte da colheita ou então
podiam cultivar para seu próprio sustento em certas partes de terra.
Eram
trabalhadores livres e chegavam ao Brasil com o sonho de, com seu trabalho,
comprar terras no país. Sonho este impensável na Europa de então. Mas as
condições de contrato eram regulamentadas por lei e sempre beneficiavam mais os
fazendeiros, que os trabalhadores. Assim, os colonos jamais liquidavam suas
dívidas e continuavam dependendo do fazendeiro. Mesmo assim, muitos colonos
conquistaram sua independência e até se tornaram grandes fazendeiros no país.
Hoje, no Sul
do país, onde a imigração foi mais forte, a palavra ainda é usada para os
trabalhadores rurais que tiram da terra seu sustento e para os descendentes dos
antigos colonos. Existem as feiras dos colonos, onde eles vendem de frutas e
verduras a doces e artesanato.
Fonte:
Soleis
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