Últimos Posts

Mostrando postagens com marcador evangelho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador evangelho. Mostrar todas as postagens

domingo, 25 de junho de 2017

25/06 - Mt 10,26-30

25 de Junho de 2017


evandia

Mateus 10,26-30

“Não tenhais medo deles. Não há nada de oculto que não venha a ser revelado, e nada de escondido que não venha a ser conhecido. O que vos digo na escuridão, dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados! Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas são incapazes de matar a alma! Pelo contrário, temei Aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno! Não se vendem dois pardais por uma moedinha? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai. Quanto a vós, até os cabelos da cabeça estão todos contados. Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais. Todo aquele, pois, que se declarar por mim diante dos homens, também eu me declararei por ele diante do meu Pai que está nos céus. Aquele, porém, que me renegar diante dos homens, também eu o renegarei diante de meu Pai que está nos céus.



            Entendendo


“NÃO TENHAIS MEDO DAQUELES QUE MATAM O CORPO!”

Jesus sabe que a missão de seus discípulos seria também como a sua, marcada por provações e perseguições. Mesmo entre os seus, não encontrou acolhida. Foi criticado, blasfemado, insultado, rejeitado e, por fim, morto por ter sido testemunha da Verdade, por ter desmascarado o mal e buscado levar a luz onde só existiam trevas.

            A mensagem central do evangelho de hoje é para que os discípulos superem o medo e a angústia trazidos pela perseguição dos inimigos. Podemos organizar o seu discurso em três dimensões.

            Na primeira, Ele procura encorajar os discípulos mostrando que o medo não deve servir de obstáculo, a tal ponto de impedi-los de levar a sua mensagem e ensinar ao povo os mandamentos do Pai.

            Na segunda, fala sobre o julgamento. Avisa que o pior não é a morte física, provocada pelos perseguidores, mas, sim, a perda definitiva da vida em outra dimensão.

            Por fim, Jesus procura levantar a esperança dos discípulos, mostrando-os que o Deus que eles conhecem os protegerá sempre. Basta, no entanto, que os mesmos acreditem nessa presença fiel e constante.

           

           
Atualizando


VENCER OS DESAFIOS A CADA
DIA E TER A CORAGEM DE VENCÊ-LOS

Quando o mundo, com a sua superficialidade nos tira o respiro e a vida, com os seus pesos e provações que sufocam, temos vontade de desistir. É nesse momento que nasce a esperança Naquele em quem "podemos esperar contra toda esperança"

Passando pelas ruas de nossas cidades, muitas vezes vem a tentação de duvidar da fé das pessoas. Afinal, nós sabemos quantos perderam o senso de Deus. E isso se vê, se sente, se sabe; o cinema o teatro, a televisão a moda, a pintura e a música e os jornais o atestam.

Às vezes, certas situações nos deixam estarrecidos e uma sensação de desânimo nos assalta, vendo os inocentes juntamente com os adultos, imersos num mundo tão pouco cristão… É quando a fé — se ainda vive em nosso coração — nos sugere uma palavra de Jesus, daquelas eternas. 

E, atônitos, ficamos convictos e iluminados, certos de que aquela a Palavra divina tem a atualidade de sempre. E nasce no coração a esperança de que, nutrindo-nos dela, não só o nosso espírito encontrará a paz, mas com ela e por ela poderemos passar da defesa ao ataque contra o mal que nos circunda, pelo bem daqueles que amamos e desejamos ver salvos.

“Coragem, eu venci o mundo!” (Jo 16,33). Quando o tédio, a apatia ou a revolta ameaçam enfraquecer a nossa alma no cumprimento da vontade divina, devemos ir além. Com Jesus é possível que o “homem novo ” viva constantemente em nós, e as “nuvens escuras do mundo” se dissipem.

Quando nos pesam na alma situações que há anos se arrastam na família, na comunidade, no trabalho, pequenas ou grandes desconfianças, ciúmes, invejas, tiranias, devemos desempenhar a função de pacificadores e mediadores entre as partes adversárias e recompor a unidade entre os irmãos em nome de Jesus, que trouxe esta ideia à terra.


Quando envolvidos pelo mundo político ou social, calejado por paixões, por carreirismo, esvaziado de ideais, de justiça e de esperança, não nos deixemos sufocar. Devemos confiar e não abandonar o barco. Afinal, Aquele que venceu a morte, pode fortalecer em nós a força de superação a alcançarmos vitórias, ainda que pareçam pequenas, mas que nos farão sobressair diante das “forças do mundo”.

sábado, 24 de junho de 2017

24/06 - Lc 1,57-60.80

24 de Junho de 2017


evandia

Lucas 1,57-60.80

Quando se completou o tempo da gravidez, Isabel deu à luz um filho. Os vizinhos e os parentes ouviram quanta misericórdia o Senhor lhe tinha demonstrado, e alegravam-se com ela. No oitavo dia, foram circuncidar o menino e queriam dar-lhe o nome de seu pai, Zacarias. A mãe, porém, disse: “Não. Ele vai se chamar João”. Disseram-lhe: “Ninguém entre os teus parentes é chamado com este nome!” Por meio de sinais, então, perguntaram ao pai como ele queria que o menino se chamasse. Zacarias pediu uma tabuinha e escreveu: “João é o seu nome!” E todos ficaram admirados. No mesmo instante, sua boca se abriu, a língua se soltou, e ele começou a louvar a Deus. Todos os vizinhos se encheram de temor, e a notícia se espalhou por toda a região montanhosa da Judeia. Todos os que ouviram a notícia ficavam pensando: “Que vai ser este menino?” De fato, a mão do Senhor estava com ele. O menino crescia e seu espírito se fortalecia. Ele vivia nos desertos, até o dia em que se apresentou publicamente a Israel.



            Entendendo


OS MISTÉRIOS QUE
ENVOLVEM O NASCIMENTO DE JOÃO!

O nascimento de João Batista é cercado de expectativa, diante da nobre missão de ser o responsável em “preparar o terreno”, para que o enviado de Deus pudesse se manifestar ao mundo.

A gravidez de Isabel ganha ar de mistério, a partir do anúncio do Anjo a Zacarias, pois ele e sua esposa eram de idade avançada. Além disso, Isabel era estéril. A falta de fé de Zacarias foi punida com a privação da fala até que a Palavra de Deus se cumprisse. Os próprios vizinhos e parentes reconheceram que Deus havia presenteado aquela família. 

O nome dado ao menino foi outro fato extraordinário. Muitos queriam que se chamasse Zacarias, o mesmo nome do pai. Isabel recusou, seguindo a recomendação do Anjo. Quando Zacarias confirmou o nome dado por Isabel, sua língua se soltou e ele começou a falar normalmente. João significa “Deus é favorável”.



Atualizando


OS MISTÉRIOS DE DEUS
Primeiro “crer” para depois “entender”

Existem dois caminhos: crer para depois compreender ou compreender e depois crer; é uma bifurcação. São caminhos inconciliáveis, bem distintos e com uma diferença notável de ter fé e depois experimentá-la. Tomé teve que primeiro fazer uma experiência com Cristo para que comprovasse a sua fé.

Nós também sempre queremos compreender primeiro para depois crer. Para entendermos mais sobre a ressurreição é preciso estudar a Palavra, pois a fazer isso, purificamos nossa fé porque entendemos o que acontece.

A ressurreição é um mistério e compreendê-la para depois crer é complicado, porque corremos o risco de não dar o passo de acreditar que Jesus venceu a morte. Esse é o passo mais importante; nunca ninguém vai conseguir compreender a ressurreição por completo. Ninguém vai entendê-la porque é uma obra de Deus, é um mistério. Não é obra dos homens, ela nos supera, pois é um Deus Todo-poderoso. Se nós temos dificuldade de entender nossas coisas, imaginem entender os mistérios de Deus. Entender primeiro para depois crer? Complicado. Experimente primeiro e se entregue a Deus pela fé e experimente esse Deus maravilhoso. Aposte sua vida em Deus.

Infelizmente, temos que esperar e isso é muito difícil porque somos ativos e, às vezes, corremos o risco de cair em tentação e ditar as regras para Deus. Quando estamos procurando entender algo somos nós que ditamos as regras do jogo, mas quando fazemos uma experiência de verdade, as coisas mudam de figura e descobrimos que Cristo está ressuscitado.

A Palavra de Deus foi feita para ser experimentada. No entanto, muitas pessoas não estão dispostas a dobrar-se diante da verdade. O caminho mais seguro e certo é crer para depois compreender; é o caminho mais vantajoso. Crer o que não é possível compreender, pois é um mistério.

Jesus disse a Tomé: ”Introduz aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos. Põe a tua mão no meu lado. Não sejas incrédulo, mas homem de fé”. Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!” Concluiu Jesus: “Creste, porque me viste. Felizes aqueles que crêem sem ter visto!” (Jo 20, 27-29). Esse é o caminho mais seguro: crer sem compreender, pois os mistérios de Deus são inesgotáveis.
(Baseado no artigo “Os mistérios de Deus

são inesgotáveis” de Eliziane Alves e Márcio Mendes)

sexta-feira, 23 de junho de 2017

23/06 - Mt 11,25-30

23 de Junho de 2017


evandia

Mateus 11,25-30

Naquela ocasião, Jesus pronunciou estas palavras: “Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, assim foi do teu agrado. Tudo me foi entregue por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. Vinde a mim, todos vós que estais cansados e carregados de fardos, e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e sede discípulos meus, porque sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para vós. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”.
           


Entendendo


“VINDE A MIM TODOS VÓS QUE
ESTAIS CONSADOS E EU OS ALIVIAREI!”

O contexto que levou Jesus a pronunciar as afirmações fortes do evangelho de hoje, certamente foi a crescente hostilidade dos mestres da Lei contra Ele. Seu comportamento independente diante das normas judaicas, seu situar-se acima da Lei de Moisés, sua tolerância para com os pecadores e seu interesse pelos pobres iam de encontro com o rigor dos fariseus e com a expectativa da vinda do Salvador, que eles esperavam que viesse cheio de glória e majestade.

            Jesus é absolutamente contrário a esse pensamento e, com suas atitudes, incomoda as autoridades. Na escola de Jesus não é necessário ser doutor ou bom conhecedor da Lei, nem justo, nem santo, nem praticar um a um dos 613 mandamentos a que todo judeu estava obrigado.

            A frase de Jesus: "Vinde a mim, todos vós, que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso”, cai como uma expressão de amor e uma mensagem de esperança a todos daquela época e de todas as gerações.




Atualizando


A DIFERENÇA ENTRE TENTAÇÃO E PROVAÇÃO

O famoso terapeuta Viktor Frankl, fundador da Logoterapia, afirmava que o sentido das coisas era fundamental para que se alcance o equilíbrio psíquico e, para isso, citava o filósofo ateu Friedrich Nietzsche que dizia que “o ser humano é capaz de suportar qualquer como, desde que tenha um porquê".

Sendo assim é preciso antes de mais nada, entender o significa ‘provação’. Em grego a palavra ‘provação’ é traduzida de duas maneiras: tentação e provação. Ambas possuem o mesmo conteúdo semântico, mas, ao longo do tempo, houve uma diferenciação técnica entre elas. A tentação é usada quando o sujeito é o Diabo, e provação quando o sujeito é Deus. Houve uma mudança de finalidade, como se vê.

O Diabo só tem um objetivo: fazer com que a pessoa perca a sua alma. Logo, quando o sofrimento tem origem demoníaca, a finalidade é sempre essa: levar a criatura à perdição, à morte eterna. Nesse viés, nem sempre é interessante para o Diabo tentar a pessoa pelo sofrimento. Para ele é mais fácil mantê-lo no conforto, usufruindo das vantagens da vida material, pois assim estará dando sozinho passos largos rumo ao abismo.

Deus, ao contrário, não tenta o homem, conforme atesta a Sagrada Escritura: “Ninguém, ao ser tentado, deve dizer: 'É Deus que me tenta', pois Deus não pode ser tentado pelo mal e tampouco tenta a alguém" (Tg 1,13). Isso não significa, porém, que Deus não permita que a provação aconteça. Ele tem outra finalidade com a provação. Ele prova os seus filhos porque quer ver o amor e a santidade florescerem naqueles que Ele criou com tanto amor.

Ensina São Paulo, no famoso Hino da Caridade (ICor 13, 1-13) que se não tiver amor, nada há. O que santifica o homem é o AMOR. Portanto, não é uma questão de rezar ou não rezar, sofrer ou não sofrer, mas sim, de amar ou não amar. E querendo promover o amor, Deus permite as provações.

(Baseado no artigo do Pe. Paulo Ricardo “As provações”)

quinta-feira, 22 de junho de 2017

22/06 - Mt 6,7-15

22 de Junho de 2017


evandia

Mateus 6,7-15

“Quando orardes, não useis de muitas palavras, como fazem os pagãos. (...) Vós, portanto, orai assim: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, como no céu, assim também na terra. O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos que nos devem. E não nos introduzas em tentação, mas livra-nos do Maligno. De fato, se vós perdoardes aos outros as suas faltas, vosso Pai que está nos céus também vos perdoará (...).”


            Entendendo


A ORAÇÃO DO PAI-NOSSO E SEU CONTEÚDO

Antes de ensinar aos discípulos a maneira certa de conversar com Deus, na mais profunda intimidade entre filhos e Pai, Jesus os chama à atenção para uma maneira errada que existia na época – a de fazer longas orações para “convencer a Deus” pela quantidade e não pela qualidade da oração.

A oração do Pai-nosso mostra a intimidade e simplicidade que deve existir entre nós como filhos e Deus como Pai. Revela um Pai compreensivo, amoroso, disposto a ouvir e atender as nossas necessidades.

Na primeira parte, o pedido é que Deus manifeste o seu plano de salvação: “Venha a nós o vosso reino...” A segunda, traz a necessidade de cada pessoa viver o projeto de Deus que Jesus apresentou: pão para o sustento, bom relacionamento entre os irmãos, dando destaque para o perdão nas relações e, por fim, a perseverança até o fim.

A oração que Jesus colocou nos lábios dos discípulos está baseada na absoluta confiança no Pai, de quem se espera tudo, por saber ser Ele a fonte de todos os bens.





Atualizando


‘PAI’ FOI A PALAVRA MAIS USADA POR JESUS

O Pai sabe do que precisamos antes que lhe peçamos. É um Pai que nos escuta às escondidas, no segredo, como Ele, Jesus, nos aconselha a rezar: no segredo.

Este Pai nos dá a identidade de filhos. Eu digo ‘Pai’, mas chego às raízes da minha identidade: a minha identidade cristã é ser filho e esta é uma graça do Espírito. Ninguém pode dizer ‘Pai’ sem a graça do Espírito.

‘Pai’ é a palavra que Jesus usava quando era cheio de alegria, de emoção: “Pai, te louvo porque revelas estas coisas as crianças”; ou chorando, diante do túmulo de seu amigo Lázaro. “Pai, te agradeço porque me ouvistes”; ou ainda, nos momentos finais de sua vida, no fim”.

Nos momentos mais fortes Jesus diz: ‘Pai’. É a palavra que ele mais usa; Ele fala com o Pai. É o caminho da oração e por isso – reiterou – eu me permito dizer, é o espaço de oração. Sem sentir que somos filhos, sem dizer ‘Pai’ nossa oração é pagã, é uma oração apenas de palavras.

Papa Francisco

quarta-feira, 21 de junho de 2017

21/06 - Mt 6,1-6. 16-18

21 de Junho de 2017


evandia

Mateus 6,1-6. 16-18

“Cuidado! Não pratiqueis vossa justiça na frente dos outros, só para serdes notados. De outra forma, não recebereis recompensa do vosso Pai que está nos céus. Por isso, quando deres esmola, não mandes tocar a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos outros. Em verdade vos digo: já receberam sua recompensa. Tu, porém, quando deres esmola, não saiba tua mão esquerda o que faz a direita, de modo que tua esmola fique escondida. E o teu Pai, que vê no escondido, te dará a recompensa. Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de orar nas sinagogas e nas esquinas das praças, em posição de serem vistos pelos outros. Em verdade vos digo: já receberam a sua recompensa. Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai que está no escondido. E o teu Pai, que vê no escondido, te dará a recompensa. Quando jejuardes, não fiqueis de rosto triste como os hipócritas. Eles desfiguram o rosto, para figurar aos outros que estão jejuando. Em verdade vos digo: já receberam sua recompensa. Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto, para que os outros não vejam
que estás jejuando, mas somente teu Pai, que está no escondido. E o teu Pai, que vê no escondido, te dará a recompensa”.




            Entendendo


“NÃO PRATIQUEIS VOSSA JUSTIÇA NA
FRENTE DOS OUTROS, SÓ PARA SERDES NOTADO”

Três práticas eram valorizadas na religiosidade judaica: jejum, esmola e oração.

Cada uma delas estabelecia um tipo de direção: O jejum, a dimensão pessoal, a pessoa com ela mesma trabalhando instintos e paixões para aperfeiçoar a prática com Deus. A esmola, a relação com o próximo, especialmente o próximo carente, cumprindo a prática da caridade. E a oração, que trabalha a relação amorosa com Deus, de forma dialogal.

Jesus aconselhava seus discípulos a cumprirem tais práticas, mas percebia que os desvios na execução desses gestos eram grandes, a ponto de se tornarem meios de promoção pessoal. 

Cumprir somente essa prática para ser reconhecido pelas pessoas era inútil e revelava uma motivação hipócrita. A piedade, neste caso, não atingia seu objetivo. No entanto, quando praticada de maneira sincera e discreta era observada pelo Pai, de quem se teria a verdadeira recompensa.




Atualizando


FAZER O BEM SEM ESPERA TROCA,
É UMA MANEIRA DE ENCONTRAR A FELICIDADE

Encontrei na internet a seguinte frase: “Fazer o bem sem olhar à quem e não esperar nada em troca, é uma maneira de encontrar a felicidade”. Eu não sei se a autora do site conhece um pouco da identidade do homem criada por Deus, mas ela conseguiu entender que a nossa felicidade está nessa entrega ao outro. Isso acontece porque quando vivemos assim, estamos realizando o plano de Deus para nossas vidas, estamos fazendo e vivendo o que somos feitos para fazer e viver.

Tentando colocar uma imagem para exemplificar essa realidade, podemos pensar em um carro que é movido a gasolina. Se colocamos álcool no tanque, o que vai acontecer? O carro não vai funcionar direito. Isso acontece quando enchemos nossa vida com o egoísmo, podemos até andar um pouco, mas vamos engasgar e cedo ou tarde o motor vai pifar. Por outro lado, quando o tanque fica cheio de gasolina, o carro funciona bem. Qual seria então o nosso combustível? O amor. Quando amamos de verdade, as coisas cobram sentido, experimentamos uma vida vivida a plenitude, percebemos que, apesar das dificuldades, vamos pelo caminho certo.

Agora, a segunda parte da frase, “e não esperar nada em troca”, merece uma atenção especial. Quer dizer que eu não ganho nada se vivo o amor? São João da Cruz responde dizendo que o amor é o pagamento do próprio amor. Ou seja, quando amamos, nos experimentamos realizados e, em outras palavras, não queremos esperar nada em troca porque já possuímos tudo o que necessitamos.

São Bernardo resume tudo isso de maneira muito mais bonita e clara quando diz: “Vocês querem então saber de mim por qual motivo e em que medida nós devemos amar a Deus? Pois bem, eu vos direi que o motivo do nosso amor por Deus, é Ele mesmo, e que a medida deste amor é amar sem medida”.

Irmão João Antônio Johas Leão

terça-feira, 20 de junho de 2017

20/06 - Mt 5,43-48

20 de Junho de 2017


evandia

Mateus 5,43-48

“Ouvistes o que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!’ Ora, eu vos digo: Amai os vossos inimigos e orai por aqueles que vos perseguem! Assim vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus; pois ele faz nascer o sol sobre maus e bons e faz cair a chuva sobre justos e injustos. Se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Os publicanos não fazem a mesma coisa? E se saudais somente os vossos irmãos, que fazeis de extraordinário? Os pagãos não fazem a mesma coisa? Sede, portanto, perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito”.


            Entendendo


AMAR OS INIMIGOS

Ao deixar o mandamento de amar os inimigos, algo tão exigente e desafiador, Jesus buscou o modo de proceder de Deus, a partir dos benefícios explícitos que externa à humanidade – o sol e a chuva que caem sobre a terra, trazendo vida e benefícios a todas as pessoas, boas e más, independentemente de sua conduta.

Continuar pagando mal por mal não seria novidade alguma por parte de Deus na mensagem de Jesus, pois era assim que grande parte da sociedade procedia: “Dente por dente, olho por olho”.

Ele recomenda aos discípulos que não dividam as pessoas em boas e más, santas e pecadoras, amigas e inimigas, sendo atencioso e serviçal para umas e discriminando as outras. Ainda que incompreendidos e perseguidos, eles não devem retribuir com a mesma moeda.

Agindo assim o cristão mostra a face verdadeira de Deus, e o Pai se torna modelo de perfeição a ser seguido. Quanto mais o cristão é capaz de agir sem fazer acepção de pessoas, tanto mais próximo de Deus estará.




Atualizando


SE ALGUÉM LHE ATIRASSE
UMA PEDRA, O QUE VOCÊ FARIA?

Se alguém lhe atirasse uma pedra, o que você faria com ela?
Você a ajuntaria e guardaria para atirar no seu agressor em momento oportuno a ou jogaria fora?
Trataria dos ferimentos e esqueceria a pedra no lugar em que ela caiu?
Se você respondeu que a guardaria para devolver em momento oportuno, então pense em como essa pedra irá atrapalhá-lo durante a caminhada.
Vamos supor que você a guarde no bolso da camisa, onde fique bem fácil pegá-la quando for preciso.
Agora imagine como essa pedra lhe causará bastante desconforto.

*Primeiro porque será um peso morto a lhe dificultar a caminhada lhe exigindo maior esforço para mantê-la no lugar.
*Segundo porque cada vez que você for abraçar alguém, ambos sentirão aquele objeto estranho a machucar o peito.
*Terceiro porque se você ganhar uma flor, por exemplo, não poderá colocá-la no bolso já que ele estará ocupado com aquele peso inútil.
*Em quarto lugar, o seu agressor poderá desaparecer da sua vida e você nunca mais voltar a encontrá-lo e, nesse caso, terá carregado a pedra inutilmente.

Fazendo agora uma comparação com uma ofensa qualquer que você venha a receber, podemos seguir o mesmo raciocínio.
Se você guardar a ofensa para revidar em momento oportuno, pense em como será um peso inútil a sobrecarregar você.
Pense em quanto tempo perderá mentalizando o seu agressor e imaginando planos para vingar-se.
Pondere quantas vezes você deixará de sorrir para alguém pensando em como devolverá a ofensa.
E se você insistir em alimentar a ideia de revide, com o passar do tempo se tornará uma pessoa amarga e infeliz, pois esse ácido guardado em sua intimidade apagará o seu brilho e a sua vitalidade.
Mas se você pensa diferente e quando recebe uma pedrada, trata dos ferimentos e joga a pedra fora, perceberá que essa é uma decisão inteligente, pois agirá da mesma forma quando receber outra ofensa qualquer.
Quem desculpa seu agressor é verdadeiramente uma pessoa livre, pois perdoar é libertar-se.
Ademais, quem procura a vingança se iguala ao seu agressor e perde toda razão mesmo que esteja certo.
Somente pode considerar-se diferente quem age de forma diferente e não aquele que deseja fazer justiça com as próprias mãos.
Em casos de agressões que mereçam providências, devemos buscar o apoio da justiça e deixar a cargo desta os devidos recursos.
Todavia, vale ressaltar que perdoar não é apenas esquecer temporariamente as ofensas, é limpar o coração de qualquer sentimento de vingança ou de mágoa.

Autor Desconhecido


19/06 - Mt 5,38-42

19 de Junho de 2017


evandia

Mateus 5,38-42

“Ouvistes que foi dito: ‘Olho por olho e dente por dente!’ Ora, eu vos digo: não ofereçais resistência ao malvado! Pelo contrário, se alguém te bater na face direita, oferece-lhe também a esquerda! Se alguém quiser abrir um processo para tomar a tua túnica, dá-lhe também o manto! Se alguém te forçar a acompanhá-lo por um quilômetro, caminha dois com ele! Dá a quem te pedir, e não vires as costas a quem te pede emprestado”.




            Entendendo


NÃO PAGAR O MAL COM O MAL

No Evangelho de hoje, Jesus mostra em sentido figurado, que o cristão não deve pagar o mal com o mal, conforme a lei antiga do “olho por olho, dente por dente”. Nela, aquele que cometia uma violência deveria receber outro ato violento.

Jesus não estava pregando uma espiritualidade de humilhação e sofrimento. Não lhe interessava ver o discípulo humilhado.

O gesto proposto visava converter o agressor para o Reino. Mostrar-lhe que é possível viver sem violência. Abrir-lhe os olhos para a possibilidade de se relacionar com o próximo sem transformá-lo em objeto de seu ódio, e estabelecer relações verdadeiramente fraternas e amistosas.

 O Reino vai se construindo onde a violência dá lugar ao amor.





Atualizando


GERAR UM FILHO E ABANDONÁ-LO.
UM ATO DE VIOLÊNCIA QUE SÓ O AMOR PODE REPARAR!

Na Bíblia, as recomendações de Deus são claras quanto à formação da família e o reconhecimento da paternidade e da maternidade.

Na formação do casal, Ele diz: “deixará o homem o pai e a mãe e se unirá à sua mulher, e eles serão uma só carne” (Gn 2,24). Num dos dez mandamentos, o pedido de respeito aos pais: “Honrar pai e mãe” (Ex 20,12), mostra a importância da família. Recomenda cuidar da viúva e do órfão em caso de morte do pai: “Não façais mal à viúva nem ao órfão. Se os maltratardes, clamarão a mim, e eu ouvirei seu clamor” (Ex 22,21). 

Por isso, tudo que vai de encontro à natureza de Deus é “ato de violência”. Foi Deus que criou cada pessoa com a necessidade do carinho de um pai e de uma mãe, do amor paterno e materno, quando falta um dos dois a carência é sentida, e isso pode gerar sentimentos de frustração, desajuste, insegurança, dificuldade de aprendizagem e outras consequências na vida da pessoa.

Nada justifica o abandono a um filho gerado, nem mesmo o “acidente” de tê-lo fora do casamento. A criança não tem culpa. Ela tem que ser assistida. Privar um filho da presença do pai ou da mãe é um pecado grave diante de Deus.

A ciência também reconhece essa necessidade básica da natureza humana, mesmo diante de outros modelos de família que surgem na sociedade atual. É o que afirma Cristina Nacif, pedagoga da UERJ: “...existem lares compostos por uma mãe e filhos; avó e netos; um pai e filhos; duas mães e filhos; dois pais e filhos etc. Contudo, a diversidade na organização das famílias não as exime da obrigação e da necessidade de garantir à criança e ao adolescente o benefício das funções materna e paterna”.


A função materna diz respeito aos cuidados e à atenção acerca das necessidades físicas, morais, intelectuais e emocionais dos filhos. A função paterna refere-se à lei que traça limites para a regulação das condutas. Deus criou tudo e todos na sua mais perfeita ordem.

15/06 - Jo 6,51-58

15 de Junho de 2017


evandia

João 6,51-58

“Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem come deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne, entregue pela vida do mundo”. Os judeus discutiam entre si: “Como é que ele pode dar a sua carne a comer?” Jesus disse: “Em verdade, em verdade, vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. Quem se alimenta com a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Pois minha carne é verdadeira comida e meu sangue é verdadeira bebida. Quem se alimenta com a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim, e eu nele. Como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo por meio do Pai, assim aquele que de mim se alimenta viverá por meio de mim. Este é o pão que desceu do céu. Não é como aquele que os vossos pais comeram – e no entanto morreram. Quem se alimenta com este pão viverá para sempre”.




            Entendendo


“MINHA CARNE É VERDADEIRA
COMIDA E MEU SANGUE VERDADEIRA BEBIDA!”

Quando uma pessoa não aprofunda a fé, fica na superficialidade da matéria, não consegue sair do humano. Jesus falava em dar a sua carne em alimento para a vida do mundo, e seus adversários imaginavam uma cena macabra da devoração de um ser humano. Jesus referia-se à relação a ser estabelecida entre Ele e a comunidade dos discípulos, por meio do pão e do vinho transformados para alimento espiritual daquele que crê.

Pão e vinho seriam constituídos como sacramento da presença de Jesus. É o que hoje os católicos recebem na Eucaristia. Ao redor de uma mesa é que a comunidade de fé faz a experiência de comunhão profunda com o Ressuscitado. Ao comer o pão e beber o vinho, estabelece-se um novo vínculo com Deus, com a comunidade e com o semelhante.

Os discípulos e os primeiros cristãos assimilaram o corpo de Jesus, e se deixaram transformar por Ele. E resultava numa vida de experiência verdadeira por Cristo, com Cristo e em Cristo, de modo a garantir a vida eterna. Esta é uma bela herança que nós, cristãos de hoje, herdamos.




Atualizando


ENTENDA A AFIRMAÇÃO DE JESUS:
“COMER A MINHA CARNE E BEBER O MEU SANGUE”

Em nossa cultura, a frase pronunciada por Jesus soa mal aos nossos ouvidos, e fazem-nos lembrar de canibalismo. Num passado, não muito distante, em algumas tribos indígenas brasileiras os “Guerreiros Valentes”, que tinham fama de heróis e morriam nas batalhas, tinham seu corpo levado até a tribo e os mais jovens comiam a sua carne para se apossarem do seu espírito de herói.

Aqui, falamos de outra realidade, não de “carne humana” que se estraga, mas da “carne divina” – a Eucaristia – as substâncias materiais de pão e vinho são transubstanciadas (transformadas) por Jesus em seu Corpo e Sangue para ser nosso alimento. É um sinal da presença Dele que nos eterniza.

É um ritual para que a nossa razão compreenda o que a fé realiza em nós. Com o Corpo Dele somos transformados Nele, através de palavras, ensinamentos e obras. É uma tradição sagrada que têm continuidade há mais de dois mil anos de história.

Na Eucaristia Jesus se faz presença real e concreta em milhões e milhões de homens e mulheres todos os dias, em igrejas, capelas e recantos distantes... Em doentes e idosos que são visitados em hospitais, casas de saúde e residências, por ministros que conduzem a Hóstia Consagrada (Eucaristia), no mundo inteiro. Felizes aqueles que O conduzem e aqueles que Nele acreditam!


14/06 - Mt 5,17-19

14 de Junho de 2017


evandia

Mateus 5,17-19

“Não julgueis que vim abolir a lei ou os profetas. Não vim para os abolir, mas sim para levá-los à perfeição. Pois em verdade vos digo: passará o céu e a terra, antes que desapareça um jota, um traço da lei. Aquele que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar assim aos homens, será declarado o menor no Reino dos céus. Mas aquele que os guardar e os ensinar será declarado grande no Reino dos céus”.




            Entendendo


JESUS RESPEITOU A LEI,
MAS NÃO FOI SUBMISSO A ELA

Jesus respeitava a Lei antiga, chamada lei de Moisés, mas não se tornava escravo dela, e levava seus discípulos a fazer o mesmo. O respeito de Jesus à Lei não se deu em forma de submissão fanática à formulação dos preceitos legais. A letra da Lei importava pouco para Jesus. O espírito da Lei correspondia à vontade do Pai escondida em suas palavras.

A liberdade de espírito com que Jesus trata a Lei, sua flexibilidade e criatividade diante dos acontecimentos que surgem, faz com que Ele não corra risco de descambar para o fanatismo ou ser intransigente.

Por outro lado, a desobediência à Lei divina para Jesus é grave, e pode trazer consequências desastrosas na vida de um cristão; pois tal atitude é tida como desrespeito à vontade do Pai. E rejeitando a vontade de Deus, a pessoa está constituindo sua própria lei e se excluindo do Criador.




Atualizando


O “HONRAR PAI E MÃE” NO CATECISMO DA IGREJA

O quarto mandamento é o primeiro da segunda tábua, e indica a ordem da caridade. Deus quis que, depois de Si, honrássemos os nossos pais, a quem devemos a vida e que nos transmitiram o conhecimento de Deus. Temos obrigação de honrar e respeitar todos aqueles que Deus, para nosso bem, revestiu da sua autoridade.

Este mandamento exprime-se sob a forma positiva de deveres a cumprir. Anuncia os mandamentos seguintes, relativos ao respeito particular pela vida, pelo matrimônio, pelos bens terrenos, pela palavra dada. E constitui um dos fundamentos da doutrina social da Igreja.

O quarto mandamento dirige-se expressamente aos filhos nas suas relações com o pai e a mãe, porque esta relação é a mais universal. Mas diz respeito igualmente às relações de parentesco com os membros do grupo familiar. Exige que se preste honra, afeição e reconhecimento aos avós e antepassados. E, enfim, extensivo aos deveres dos alunos para com os professores, dos empregados para com os patrões, dos subordinados para com os chefes e dos cidadãos para com a pátria e para com quem os administra ou governa.

Este mandamento implica e subentende os deveres dos pais, tutores, professores, chefes, magistrados, governantes, todos aqueles que exercem alguma autoridade sobre outra pessoa ou sobre uma comunidade de pessoas.

A observância do quarto mandamento comporta a respectiva recompensa: “Honra pai e mãe, a fim de prolongares os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te vai dar” (Ex 20,12). O respeito por este mandamento proporciona, com os frutos espirituais, os frutos temporais da paz e da prosperidade. Pelo contrário, a sua inobservância acarreta grandes danos às comunidades e às pessoas humanas.


(Catecismo da Igreja 2197-2203)

13/06 - Mt 5,13-16

13 de Junho de 2017


evandia

Mateus 5,13-16

“Vós sois o sal da terra. Ora, se o sal perde seu sabor, com que se salgará? Não servirá para mais nada, senão para ser jogado fora e pisado pelas pessoas. Vós sois a luz do mundo. Uma cidade construída sobre a montanha não fica escondida. Não se acende uma lâmpada para colocá-la debaixo de uma caixa, mas sim no candelabro, onde ela brilha para todos os que estão em casa. Assim também brilhe a vossa luz diante das pessoas, para que vejam as vossas boas obras e louvem o vosso Pai que está nos céus.”




            Entendendo


JESUS PEDE QUE SEJAMOS LUZ PARA MUNDO!

No Evangelho de hoje Jesus nos concede a honra de sermos “luz do mundo”. Em princípio parece uma grande pretensão! Ele insiste em afirmar que a nossa luz não deve estar escondida, ou em lugares baixos, mas em lugares altos para que todos a vejam.   É importante aqui não nos iludirmos e pensar que Jesus quer que sejamos “luz”, como aqueles que gostam de aparecer em público, de serem vistos, de buscarem sua autopromoção.

Claro que somos luz, mas nossa luz “não é nossa”. Mas reflexos da luz de Deus que habita em cada um de nós. E para que isso aconteça é bom lembrar que devemos ser dignos de apresentar aos outros, através dos nossos atos, o reflexo da “tocha” principal.

            A única luz que procede de nossa pessoa não reside na nossa sabedoria humana, nas faculdades que cursamos, nos livros que lemos, mas em nossas obras. Portanto, a luz que Jesus nos fala hoje não é a luz da nossa sabedoria, nem da nossa beleza física, muito menos da posição social, mas sim, das nossas boas obras. E Ele deixou isso muito claro em suas palavras: "Que brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras".



Atualizando


A LIÇÃO DA VELA PARA A VIDA DA GENTE!

O sentido principal da vela é o de representar Cristo, como “Luz do Mundo”. Ele mesmo fez a sua apresentação: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8,12).

Num simbolismo místico onde reúne em si os quatro elementos: a cera, o pavio, o fogo e o ar; a vela, numa expressão de individuação, congraça todas essas forças num propósito único que é a sua função de “iluminar”. A chama é só e deseja permanecer solitária, sugerindo assim uma ideia de luz pessoal.

Mesmo quando perturbada pelo vento, sua tocha diminui, mas reage novamente, buscando sempre uma verticalidade firme. É o símbolo da vida ascendente. Culturalmente, figura nas comemorações de aniversário e em momentos de orações. Outra expressão de seu simbolismo é quando utilizada nos enterros, aos pés do defunto, representando a "luz da alma", a "chama espiritual" e a eternização da vida.


Para dar luz, ela se consome, vai desaparecendo para que outros apareçam com seu brilho. Vemos neste exemplo da vela, o testemunho de tantas pessoas que gastam suas vidas para fazer o bem a outros. 

Tags